Compromisso, experiência e dedicação em cada atuação

Conheça a história, os profissionais que fazem parte do Dal Pizzol Advocacia.

Larissa Adriana Dal Pizzol

OAB/PR 77.382
Advogada com atuação voltada ao Direito Empresarial, Direito Imobiliário e Holding Patrimonial, prestando assessoria jurídica estratégica, preventiva e contenciosa, com foco na proteção patrimonial e na segurança jurídica de seus clientes.

Formação:

Reconhecimento ao Compromisso e à Excelência Profissional

A Dra. Larissa Adriana Dal Pizzol recebeu homenagem da Assembleia Legislativa do Estado do Paraná em reconhecimento ao seu trabalho, dedicação e contribuição à sociedade.

Essa honraria reflete seu compromisso com a ética, a responsabilidade e a excelência na atuação jurídica.

Adam W. R. Martins

OAB/PR 59.064

Pós-Graduado em Direito Empresarial, possui atuação voltada à análise estratégica de demandas jurídicas, oferecendo suporte técnico e orientação jurídica qualificada.

Também possui experiência na área de Direito do Consumidor, atuando na defesa dos direitos dos consumidores e na busca de soluções para conflitos decorrentes de relações de consumo.

Formação:

Hevellim Cristina Alves Pinto Gonçalves

OAB/PR 91.473
Especialista em direito criminal com enfase em Transferência de Pessoa Condenada (TPC)- Transferência Internacional de Presos
Formação:

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Estamos prontos para atender você com segurança e profissionalismo.

A Transferência Internacional de Pessoas Condenadas (TPC)

É um mecanismo de cooperação jurídica internacional que possibilita que brasileiros condenados no exterior cumpram o restante de suas penas no Brasil. Também conhecida como Transferência Internacional de Presos, essa medida possui caráter eminentemente humanitário, buscando favorecer a ressocialização do condenado por meio da aproximação familiar, cultural e social. O procedimento depende do consentimento do preso e da concordância dos países envolvidos, além do cumprimento de requisitos legais, como o trânsito em julgado da condenação e a dupla tipicidade da conduta. No Brasil, o processo é coordenado pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública, que analisa e acompanha os pedidos de transferência.